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A recuperação do verde em Blumenau (SC) Publicado em: 04/03/2007 às 10:11 Um norte para a preservação A Bacia do Itajaí recuperou 24,6% da cobertura vegetal em 14 anos graças ao enfraquecimento da agricultura. Agora, a preocupação de especialistas é preservar o que foi conquistado, sem estancar o desenvolvimento urbano. Para controlar o crescimento da cidade, a Secretaria de Planejamento Urbano (Seplan) dividiu o perímetro urbano em três áreas: adensamento controlado, consolidação e expansão do desenvolvimento. A primeira região, que abrange Vila Itoupava, Velha Grande e o Sul do Distrito do Garcia, é predominada por áreas de proteção ambiental e é para onde Blumenau não pode crescer. A segunda área, de consolidação, reúne os bairros de maior urbanização, como Centro, Victor Konder e Vila Nova. Já a região Norte foi destinada ao crescimento urbano da cidade. A diretora de planejamento urbano da Seplan, Vera Regina Krummenauer, explica que a secretaria e a Faema estão detalhando as áreas verdes que deverão ser preservadas dentro da cidade. Novos loteamentos que surgirem nas Itoupavas deverão seguir as novas regras. - A revisão do plano diretor, aprovado em dezembro do ano passado, decidiu pela intensificação da preservação do meio ambiente. É assim que nós iremos fazer o novo código de zoneamento urbano - explica Vera. O detalhamento das áreas de preservação ambiental complementará o mapa de zoneamento que define as regiões para onde Blumenau pode crescer sem atacar o meio ambiente. ( giovanni.ramos@santa.com.br )
![]() Faema quer construir parque na Itoupava Central O desenvolvimento sustentável na região das Itoupavas pode ganhar um parque de lazer arborizado. O projeto é da Fundação Municipal do Meio Ambiente (Faema), que já transformou um terreno de 30 hectares, no início do bairro, em área de preservação. Região ganha área verde maior que Camboriú A tese de doutorado do engenheiro florestal Alexander Vibrans, sobre a cobertura florestal na Bacia do Itajaí, concluiu que a mata recuperou 24,6% do território da bacia durante os 14 anos de pesquisa.
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