NOTÍCIAS | |||||||||||||||
Voltar | |||||||||||||||
---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
Moeda Verde: Câmara começa hoje a ouvir depoimentos Publicado em: 11/06/2007 às 09:20 A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instalada na Câmara de Vereadores de Florianópolis começa a ouvir, hoje, os depoimentos de funcionários públicos municipais e empresários citados pela Polícia Federal nas investigações que deram origem à Operação Moeda Verde. Realizada no dia 3 de maio, a operação resultou na prisão temporária de 22 pessoas acusadas de envolvimento em um suposto esquema para favorecer empreendimentos imobiliários na Ilha de Santa Catarina. As audiências são abertas ao público. Conforme calendário estabelecido na semana passada, dez pessoas devem comparecer à CPI até sexta-feira. Serão dois depoimentos por dia. Apenas os servidores municipais têm obrigação legal de comparecer às sessões, explicou o procurador-chefe da Câmara, Antônio Chraim. São eles os vereadores Juarez Silveira (sem partido) e Marcílio Ávila (PMDB), o servidor comissionado Itanoir Cláudio, que trabalhava no gabinete de Silveira, e o procurador do município, Jaime de Souza. Destes, apenas o procurador não teve prisão temporária decretada pela Justiça Federal. Os três empresários que constam da lista de depoentes, assim como a delegada federal Julia Vergara da Silva e o procurador-chefe do Ministério Público Federal, Walmor Moreira, foram convidados a comparecer à Câmara, explicou o procurador Chraim. Ao contrário dos funcionários do município, eles podem optar por não prestar depoimento à CPI, se assim desejarem. Juiz pode anunciar decisão sobre afastamento Hoje, o juiz Zenildo Bodnar, da Vara Federal Ambiental da Capital, pode decidir o pedido de afastamento do procurador-chefe da República, Valmor Moreira, do caso. O pedido de suspeição de Moreira, autor do requerimento que deu origem à Operação Moeda Verde, foi formulado pelos advogados que defendem o empresário Paulo Cezar Maciel, um dos sócios do Shopping Iguatemi. Eles alegam que Moreira teria agido de forma parcial na disputa judicial que colocou em lados opostos Maciel e o ex-incorporador do Floripa Shopping, Carlos Amastha. O procurador nega a acusação. ( joao.cavallazzi@diario.com.br ) ![]()
![]() Diário Catarinense |
MENU |